quarta-feira, 24 de julho de 2013

migalheira

Os que sobra dos dias é uma migalheira. Bocadinhos maiores e mais pequenos daquilo que foi, do que podia ter sido, do que poderá ainda ser, que ficam espalhados por cima de nós, no chão, onde for.

Se calhar durante muito tempo a minha migalheira era toda de uma espécie, a criatura que tinha saído cá de dentro e que se ajustava cá fora. Mas agora talvez haja várias outras migalhas por aqui espalhadas - que sensação de ar fresco, caramba!!

Por isso, não faz sentido o título antigo, faz sentido este. Mais amplo, mais aberto. Com mais espaço para muitas coisas, muitas pessoas. 

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